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  • Federação Nacional dos Estudantes dos Cursos do Campo de Públicas

FRENTE DO CAMPO DE PÚBLICAS FAZ PRESENÇA NA 13ª EDIÇÃO DO POLITEIA



O Projeto Politeia (Programa de Simulação do Sistema Legislativo Brasileiro) é uma idealização dos estudantes do Instituto de Ciência Política da UnB (IPOL) como projeto de ensino, pesquisa e formação política, centrado na simulação das atividades da Câmara dos Deputados e acontece anualmente. A simulação é realizada durante o recesso do meio do ano para que os simulantes possam utilizar os plenários do congresso e realizar de fato uma imersão.


Visto que o Congresso Nacional é uma arena muito importante para as políticas públicas, já que muitos direitos são garantidos e retirados dentro dessa Casa, é de grande importância que o Campo de Públicas esteja próximo deste processo para melhor entender o funcionamento da política.


No ano de 2018, participaram do Programa cerca de 155 simulantes, sendo a maioria pardos e pretos (88) e simulantes de primeira viagem (102). Projetos marcantes foram deliberados e aprovados, dentre eles, alguns com as temáticas de identidade de gênero, suicídio e criação da Comissão Nacional da Verdade sobre a Escravidão.




Caio Leal, membro da Pro Pública Brasil do Campo de Públicas, venceu a disputa pela Presidência da Casa e, assim, conferiu a vitória do Bloco Progressista sobre o Bloco Republicano: "Todo o trabalho que construí ao longo das participações em várias edições teve um reconhecimento que me levou à candidatura e eleição como Presidente da Câmara dos Deputados pelo Bloco Progressista esse ano, primeiro Presidente da Câmara no Politeia que não era do curso de Ciência Política da UnB. Este é mais um espaço importante ocupado pelo Campo de Públicas e pude exercer um mandato como Presidente com o jeitinho Campo de Públicas de ser, com ethos público, republicano e democrático, além de muita transparência."




Houveram participações de simulantes de vários estados: do total de 155, 88 não eram da capital do país. Entre eles, Monica Duarte, do estado de Santa Catarina e aluna da UDESC/Esag, fez parte da Comissão de Constituição de Justiça e de Cidadania relatou sua participação: "por cursar Administração Pública, aprendemos muito na teoria, porém só na prática conseguimos enxergar como realmente funciona todo o processo. Além do aprendizado do legislativo obtemos o aprendizado de articulação e interação entre as pessoas. Um dos maiores ensinamentos é ver a troca de pensamentos de ideologias oposto, pessoas de direita e esquerda expondo seus pontos de vista e sendo ouvidas. Foi muito engrandecedor e um privilégio poder sair do meu estado e participar do Politeia."




Já Aline Nalon, do estado de São Paulo e aluna da UNISA, teve participação na Comissão de Seguridade Social e Família e afirmou: "Através desta Comissão, pude ler e escrever pareceres acerca de pautas que integram não apenas o meu curso, Gestão Pública, mas também minha rotina profissional e pessoal. Debater sobre os impactos na vida de mulheres, negras e negros, gays, lésbicas e famílias, bem como os recursos e suas respectivas origens para garantir direitos e ampliar o acesso a serviços, nos obriga a resgatar todo aprendizado em nossos cursos acerca de planejamento orçamentário, tributos, direitos constitucional e administrativo, entre outros. Além de evidenciar como a máquina pública funciona efetivamente e como podemos contribuir para uma gestão pública mais eficiente amparadas(os) nos arcabouços de todos nossos estudos."


Para saber mais notícias sobre a edição de 2018 e como participar do programa, acesse: http://projetopoliteia.org


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